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Câncer, um desafio a ser vencido no novo século

Nas últimas décadas vimos um impressionante avanço da medicina no tratamento das mais diversas doenças. Este avanço fez com que aumentássemos em muito a expectativa de vida e ao longo dos anos o enfoque da saúde pública foi mudando conforme a incidência, prevalência e mortalidade das doenças.

Até 1980, o trauma era a 2ª causa de mortalidade no Brasil, suplantado apenas por doenças cardiovasculares. Em 2000, vimos que o câncer já correspondia a 2ª causa de mortalidade ultrapassando o trauma. Estes dados também são vistos em escala global. Segundo recente relatório da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC)/OMS (World Cancer Report 2008), o impacto global do câncer mais que dobrou em 30 anos.

O mais impressionante é que dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontaram que em 2010 as mortes por câncer superaram as por doenças cardiovasculares. Além disto, a expectativa para 2020 é que os óbitos por câncer representarão o dobro em comparação com o ano de 2000. Neste cenário, haverá um impacto importante em todo o mundo, principalmente nos países em desenvolvimento como o Brasil, com maior taxa de incidência e mortalidade, quando comparado aos desenvolvidos.

Estas estimativas não serão modificadas se não forem adotadas medidas de prevenção primaria como: controle de infecções, melhoria de hábitos alimentares, diminuição de exposição à carcinógenos e, sobretudo controle do tabagismo. Aliado a esta estratégia, será importante medidas de detecção precoce, aumentado assim as taxas de cura, diminuindo o custo social, econômico e de vidas impostas pelo câncer.

Como especialidade, a Cirurgia Oncológica participa da prevenção, diagnóstico e tratamento dos tumores, e tem papel fundamental no tratamento de cerca de 90% dos tumores sólidos já que a cirurgia a principal forma de tratamento curativo. Diversos estudos publicados nos últimos anos comprovam que a experiência, o volume de cirurgias realizadas e a especialização do cirurgião, afetam em muito a chance de cura e sobrevida dos pacientes com câncer. Portanto, pode-se concluir que a cirurgia em oncologia é um dos mais importantes fatores prognósticos no tratamento e cura dos pacientes com câncer.

Quando é estabelecido um planejamento terapêutico cirúrgico no paciente com câncer, deve-se assegurar uma equipe com experiência em cirurgia oncológica com capacitação técnico-científica e compromisso de cuidar e humanizar.

O GOC nesse contexto

Diante desta necessidade, foi criado em 2008, o Grupo de Oncologia Cirúrgica – GOC. Desde a sua fundação, o GOC, vem prestando serviço de alta qualidade em cirurgia oncológica sendo o seu corpo clínico responsável por mais de 5000 mil cirurgias nos últimos anos. A quantidade impressiona, mas o objetivo maior sempre é qualidade, e com este principio de melhorar a qualidade de vida para o paciente sem abrir mão da radicalidade necessária ao tratamento do câncer, cirurgias realizadas por grandes incisões agora podem ser realizadas de maneira minimamente invasiva (laparoscopia, toracoscopia). Em função da grande capacitação técnico-científica do seu corpo clínico além da excelência do atendimento ao paciente, o GOC assumiu também o pioneirismo na Bahia na realização de cirurgias de alta complexidade em oncologia como a cirurgia citurredutora com quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (HIPEC).

 

Prestar assistência em Cirurgia Oncológica de maneira integral,  atuando  na prevenção, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos. Estar sempre buscando o aprimoramento técnico e cientifico. acolhendo o paciente e a família em defesa da vida.

Tornar-se referência em Cirurgia Oncológica no Estado da Bahia através da excelência da formação técnica, científica e humana do seu corpo clínico.

  • Ética
  • Humanização
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  • Capacitação

  • Educação
  • Responsabilidade
  • Multidisciplinaridade